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Cardiologia em Curitiba | Estudo aponta os riscos do “um pouco mais” na prática de exercícios físico


O que as pessoas fizeram 1 dia antes de ter o infarto? Este questionamento foi motivo de pesquisa, por isso, recentemente, um estudo realizado em mais de 50 países com mais de 12 mil pessoas que tiveram infarto mostrou características relativas à prática do exercício físico e o nível de stress no dia anterior ao infarto ou no dia em que estas pessoas vieram a ser internadas na UTI.

No estudo abordado, as pessoas resolveram fazer um pouco mais a atividade física do que elas estão acostumadas. Porém, elas não se sentiram bem e acharam até que não seria nada, mas no dia seguinte tiveram como consequência o infarto.

No dia em questão, outro grupo de pessoas teve um grau de stress muito diferente do normal na rotina diária, como, por exemplo, a ruptura de um relacionamento, perda de familiar, de emprego ou outra situação também estressante ocasionando o infarto no dia seguinte. Vale lembrar que o stress produz a agregação das plaquetas do sangue e eleva excessivamente a frequência cardíaca, aumenta a pressão arterial e a liberação de hormônios.

De acordo com o cardiologista Sanderson Cauduro, da Clínica Cardio&Saúde, “Nem todas as pessoas que se exercitam forte ou que têm um stress muito agudo terão infarto, é preciso que as pessoas tenham um risco para desenvolver o infarto, como estar acima do peso, ser hipertensas, ter diabetes, ter o colesterol aumentado, que não têm em sua rotina diária uma alimentação saudável, que são cronicamente estressadas, estas sim podem ter um risco aumentado. Lembrando que a prática diária de exercícios físicos é recomendada pelos cardiologistas, pois libera hormônios que fazem bem à saúde”.

Por isso, antes de começar a fazer uma atividade física é bom ter uma orientação médica e fazer os exames recomendados (check-up). Com isso, a pessoa estará segura para fazer a atividade física e se beneficiará com os ganhos que isso possa trazer, ao invés de ter um risco aumentado. “Hoje em dia existem muitos modismos (exercícios de alto impacto e aeróbicos), e as pessoas acham que podem tudo, mas a recomendação é que ao fazer uma atividade física, esta traga prazer ao praticante, que seja efetuada com moderação e frequência. Por isso é mais importante a frequência do que a intensidade”, finaliza o cardiologista.

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